O fechamento do primeiro quadrimestre de 2026 colocou Sergipe no topo do ranking nacional de geração de emprego e renda. O estado alcançou a primeira colocação no Brasil ao registrar um crescimento de 66,3% no saldo de carteiras assinadas em relação ao mesmo período do ano passado, saltando de 2.040 para 3.392 empregos formais. O balanço positivo, que é também o melhor início de ano da série histórica, foi revelado nesta quinta-feira, 28, pelos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e analisados pelo Observatório do Trabalho, vinculado à Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo (Seteem).
De acordo com a pesquisa, nos últimos 12 meses (maio de 2025 a abril de 2026), Sergipe acumulou 16.933 novos postos formais, o que representa milhares de pessoas que conseguiram entrar ou retornar ao mercado de trabalho.
O Caged mostrou ainda que o estado alcançou a marca de 350.489 pessoas trabalhando com carteira assinada e obteve um crescimento de 5,08% na variação relativa do estoque de empregos nos últimos 12 meses, garantindo a quinta posição no ranking nacional e a terceira na região Nordeste.
Para o secretário de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo, Jorge Teles, a liderança no ranking reflete um planejamento governamental focado no bem-estar social. “Os números do Caged confirmam que Sergipe vive um dos melhores momentos da sua história no mercado de trabalho. Alcançar o primeiro lugar do Brasil no crescimento do saldo de empregos no primeiro quadrimestre não é resultado do acaso. É fruto de uma estratégia liderada pelo governador Fábio Mitidieri, que colocou a geração de emprego e renda no centro da agenda do governo, integrando atração de investimentos, qualificação profissional, apoio ao empreendedorismo e fortalecimento do ambiente de negócios. O mais importante é que por trás de cada número existe uma família com mais renda, mais dignidade e mais perspectivas de futuro”, celebrou o secretário.
Setores em alta
Em abril de 2026, o estado alcançou um saldo positivo de 915 novos trabalhadores. A geração de oportunidades foi alavancada, principalmente, pelo setor de serviços, com a criação de 619 novos postos de trabalho; seguido pela Indústria, que registrou 285 postos; pela construção civil, com 227; e pelo comércio, com a abertura de 37 vagas.
Protagonismo da Juventude
Ainda sobre o mês de abril, um dado que chamou atenção foi o crescimento do número jovens de 18 a 24 anos que ingressaram no mercado de trabalho, com um total de 900 jovens sergipanos empregados. Esse crescimento é um reflexo direto do investimento do Governo de Sergipe em políticas públicas voltadas à juventude sergipana, a exemplo do Programa Primeiro Emprego (PPE), que combina formação teórica e prática para preparar novos talentos para o mercado de trabalho, apresentando soluções inovadoras para a empregabilidade da juventude sergipana.
Ao analisar o impacto dessas políticas, Jorge Teles ressaltou o caráter transformador de garantir o acesso ao mercado. “Um dos dados que mais nos anima é o protagonismo da juventude nesse crescimento. Ver 900 jovens entre 18 e 24 anos ingressando no mercado de trabalho em apenas um mês demonstra que estamos construindo oportunidades concretas para quem mais enfrenta dificuldades para conseguir a primeira experiência profissional. O Programa Primeiro Emprego tem sido uma ferramenta decisiva nesse processo ao conectar qualificação e experiência prática às necessidades reais das empresas. Quando um jovem conquista sua primeira carteira assinada, não estamos apenas preenchendo uma vaga, estamos abrindo portas para uma trajetória de crescimento profissional, autonomia e transformação social”, enfatizou o gestor.
O programa já disponibilizou mais 3.600 vagas para os jovens sergipanos. O resultado é evidente: mais de 41% dos participantes conquistaram seu primeiro emprego com carteira assinada, mostrando a força do programa na transformação da vida dos jovens sergipanos e na ampliação das oportunidades de inserção profissional no estado.