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Tratamento de água dura ganha destaque com normas de potabilidade mais rígidas

O tratamento de água dura tem ganhado relevância no Brasil com o avanço das normas de potabilidade e a crescente demanda por eficiência industrial.

24/10/2025 às 22h33
Por: Redação Fonte: Agência Dino
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Com o avanço das regulamentações sobre qualidade da água no Brasil, a demanda por soluções eficientes de tratamento tem crescido significativamente. A água dura, rica em íons de cálcio e magnésio, representa um desafio para indústrias, comércios e residências, causando incrustações em tubulações, caldeiras e equipamentos, além de elevar custos com manutenção e energia.

A Portaria GM/MS nº 888/2021 estabelece o limite de 500 mg/L para cálcio e magnésio em água potável, mas setores industriais exigem padrões mais baixos, como 70 mg/L na têxtil, para otimizar processos. Águas acima de 150 mg/L de CaCO₃ são consideradas duras, levando a desperdícios, como 190 g de sabão por m³ de água para cada 10 mg/L de dureza.

A ASSTEFIL, com mais de 30 anos no mercado de tratamento de água, oferece abrandadores que removem esses íons via troca iônica, substituindo-os por sódio solúvel. Como resumido no produto ABR1000 da ASSTEFIL, a dureza da água é classificada de muito mole (0-70 ppm) a muito dura (acima de 350 ppm), e o abrandamento previne depósitos de calcita em caldeiras e máquinas, melhora a formação de espuma em sabões e proporciona água com sabor mais "doce". Citação: "Calcula-se que 10 mg/l de CaCO₃ provoca o desperdício de 190 gramas de sabão puro, por cada metro cúbico de água", segundo Fabio de Oliveira, diretor comercial da Asstefil.

Benefícios incluem maior eficiência energética, redução de paradas técnicas e prolongamento da vida útil de equipamentos em setores como farmacêutico, alimentício e cervejeiro. Nelson Isao Watanabe, presidente da ASSTEFIL, afirma: "O tratamento da dureza é estratégico para otimizar custos e processos."

Os abrandadores da ASSTEFIL, com vazões de 5 a 200 m³/h, atendem de residências a indústrias, promovendo sustentabilidade ao minimizar químicos e resíduos. Com investimentos em saneamento atingindo R$ 28 bilhões em 2023, o mercado sinaliza expansão contínua para tecnologias como essas, garantindo água macia e operações eficientes.

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